O caminho do meio
O Vitoriano questiona a validade do clímax quando comparado com a arquitetura do desejo que o precede. Através de uma carta à sua musa, Lucille, somos convidados a rejeitar a pressa do "orgasmo vulgar" em favor dos segundos que "esventram a casca podre" da realidade. Uma ode ao suor, ao cheiro e ao silêncio que antecede o grito.