Em Carne Viva
Alexandre Montenegro Alexandre Montenegro

Em Carne Viva

Em "Em Carne Viva", Alexandre Montenegro abandona a ternura do prelúdio. Aqui, o corpo é uma tela para ser marcada. É um texto sobre o "egoísmo hedonista", onde o clímax é arrancado através da exaustão e da "deliciosa devassidão". Ajoelhe-se perante o "dragão que desenha as costas"

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Nós, os Hiperbóreos
Alexandre Montenegro Alexandre Montenegro

Nós, os Hiperbóreos

Friedrich Nietzsche escreveu: 'Para além do Norte, do gelo, da morte – a nossa vida, a nossa felicidade.' Este texto é uma carta geográfica dessa terra incógnita. Nós, os Hiperbóreos não é apenas um relato de paixão, mas um manifesto de isolamento partilhado. Aqui, o amor é um refúgio para os 'clandestinos afogados em fronteira', que olham para o 'Vale dos Adormecidos' com o desprezo de quem sabe que 'dEUS está morto'. Prepare-se para um beijo que não é prelúdio, mas sim 'leal à vitalidade da nossa natureza'.

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Bulb
Alexandre Montenegro Alexandre Montenegro

Bulb

Há momentos em que o desejo deixa de ser um mero capricho biológico para se tornar um ritual de aniquilação. Neste poema, descemos tateando pelas paredes húmidas de um castelo interior, onde o medo e o prazer — o tremor e o rubor — são indissociáveis. Aqui, o ato de amar é um ato de canibalismo sagrado: consumimos para não sermos consumidos, ou talvez, para nos rendermos finalmente à chama que nos devora. Preparem-se para tocar no proibido.

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