Entasis
Há um silêncio que se encontra apenas no prazer.
Alexandre Montenegro convida-nos a despir não apenas a pele, mas a própria vontade, transformando o ato sexual num ofício religioso.
Aqui, o tempo — Cronos — é sacrificado no altar do 'l e n t o', onde o prazer não é um destino, mas um continuum hedónico de febre e presença.